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>MASSACRE EM REALENGO – "Vice-presidente entregou condecoração aos policiais"

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Os policiais militares do Batalhão de Polícia Rodoviária que atuaram no massacre da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio, foram promovidos nesta terça-feira, 12. Os três agentes foram reconhecidos pelo apoio que deram aos alunos que estavam sendo atacados pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira. Ao todo, 12 crianças morreram e outras 12 ficaram feridas no atentado. Na solenidade de assinatura das Promoções por Ato de Bravura dos Policiais, nesta manhã, o cabo Denilson Francisco de Paula será promovido a terceiro-sargento, o cabo Ednei Feliciano da Silva será promovido a terceiro-sargento e o terceiro-sargento Márcio Alexandre Alves será promovido a segundo-sargento.

O evento contou com a presença do presidente da República em exercício, Michel Temer, o governador do Estado do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, o secretário de Estado de Segurança José Mariano Beltrame e o Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel Mário Sergio de Brito Duarte.

Edinei Feliciano da Silva já está na polícia há 12 anos – os últimos três anos e meio como cabo. Já Denilson Francisco de Paula, que era cabo há apenas um ano, já está na Polícia Militar há nove anos.

O sargento Alves lembrou as 12 crianças mortas e as que ficaram feridas no tiroteio. ‘Eu preferia que as crianças estivessem vivas e eu não estivesse recebendo essa homenagem. Vou continuar meu trabalho nas ruas, que já venho fazendo há 18 anos. Vou continuar me dedicando 100% a essa profissão’, disse.

Em discurso durante a cerimônia, Duarte, disse que os policiais demonstraram coragem, profissionalismo e serenidade durante a ação em Realengo. O comandante citou o livro sagrado do islamismo, o Corão, como uma forma de afastar as ilações de que Wellington de Oliveira tenha cometido os assassinatos supostamente depois de se tornar muçulmano. Segundo o coronel, o Corão traz mensagens de tolerância e de amor às crianças.

Wellington foi alvejado pelo policial e, em seguida, cometeu suicídio. A ação dos policiais evitou que a tragédia tivesse maiores proporções.

FONTE: MSN

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12/04/2011 Posted by | massacre-realengo0vice-presidente-entregou-condecoracao-aos-policiais | Deixe um comentário

>Promotor se envolve em confusão no Bairro de Lourdes

>Após o homem disparar em direção ao estabelecimento, uma mulher tentou fugir mas acabou sendo atropelada por um táxi

Um promotor de justiça foi preso na madrugada de domingo (10) depois atirar dentro de um bar, no Bairro Lourdes, Região Centro-Sul de Belo Horizonte.

Segundo a Polícia Militar, durante uma confusão no estabelecimento, Luis Eduardo Tales Denze, 52 anos, deu um tiro em um dos bares mais tradicionais da região. Com isso, um grande corre-corre começou no local. Uma mulher tentou fugir e acabou sendo atropelada por um táxi que passava pela rua Rio de Janeiro. Ela recusou atendimento médico.

De acordo com o Boletim de Ocorrência da PM, um outro promotor teve que ir ao local para tirar o colega da confusão, já que populares queriam agredir Luís Eduardo. A arma utilizada durante a briga não pertencia ao suspeito e foi apreendida. Mesmo configurando flagrante e crime inafiançável, o promotor foi ouvido e liberado.

Segundo o Ministério Público de Minas Gerais, a procuradoria vai analisar o caso e aguardar a conclusão do inquérito policial para tomar uma providência.

FONTE:HDIA

12/04/2011 Posted by | promotor-se-envolve-em-confus-o-no-bairro-de-lourdes-1.265301 | Deixe um comentário

>Familiares de PMs denunciam armação para livrar oficiais no caso do Aglomerado da Serra

>Advogado e parentes de PMs acusados da execução de dois inocentes no maior conjunto de favelas de BH afirmam que há um circo armado na apuração para encobrir oficiais


Na foto que consta do inquérito, militar aparece de luvas ao lado dos corpos

Passados cerca de 50 dias da execução de dois inocentes no Aglomerado da Serra, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, por militares do Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam), segundo as investigações, parentes de dois policiais acusados – que não participaram diretamente do crime – denunciam um circo armado para a punição dos praças e resguardo da imagem de oficiais. Um deles é o tenente-coronel Newton Antônio Lisboa, comandante do Rotam, que, de acordo com os denunciantes, esteve no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII (HPS) poucas horas depois dos assassinatos. Lisboa teria sido avisado das mortes e foi fardado, ainda de madrugada, ao hospital, onde estavam as vítimas, inclusive o soldado Jonas Rosa, que alegava ter sido atingido por um tiro amortecido pelo colete à prova de balas.

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Moradores voltam a viver com tranquilidade no Aglomerado da Serra
Moradores voltam a viver com tranquilidade no Aglomerado da Serra
Na ocasião, segundo os parentes dos indiciados, o comandante ordenou que o sargento Giando Gomes de Lemos ficasse encarregado de redigir o boletim de ocorrência, entregue à Delegacia de Homicídios, e nomeou o tenente Clayton Santana porta-voz do batalhão para relatar à imprensa a versão dos militares acusados da execução. Esses familiares são a comerciante Ana Zuccheratte, de 29 anos, e a dona de casa Nayara Cortes de Lemos, de 26, respectivamente, irmã do soldado Adelmo Zuccheratte e mulher do sargento Lemos. Elas afirmam que, além dos dois militares envolvidos diretamente no crime, os soldados Jonas e Jason Paschoalino, três outros que não participaram da ação direta, o soldado Adelmo Zuccheratte, o sargento Lemos e o tenente Clayton Santana, respondem ao procedimento administrativo disciplinar (PAD), passo quase certeiro para expulsão da Polícia Militar.

O questionamento das duas é a presença do tenente-coronel Lisboa no HPS na madrugada do crime, o que não consta do inquérito policial militar (IPM). “Se ele esteve presente e ordenou que a versão apresentada pelos militares da ação fosse a que seria observada, inclusive com declarações à imprensa e preenchimento do boletim de ocorrência, como poderiam os subordinados desobedecerem? Além disso, os três chegaram depois das mortes consumadas dos moradores e acreditaram na versão dos companheiros, pois a cena estava montada”, diz Nayara, apoiada por Ana.

O Estado de Minas obteve com exclusividade parte do IPM, com fotos da cena do crime, que mostram os corpos do técnico em enfermagem Renilson Veriano da Silva, de 39, e do sobrinho dele, o dançarino e auxiliar de padeiro Jefferson Coelho da Silva, de 17. Nelas, os dois estão baleados, aparentemente mortos, com fardas e revólveres ao lado dos corpos. Numa das fotos, um PM aparece de luvas cirúrgicas, numa demonstração de que mexeu ou mexeria na cena do crime.

Domingos Sávio Mendonça é o advogado de Zuccheratte, Lemos e Clayton Santana. Reformado como tenente-coronel da PM, Mendonça também foi por duas vezes presidente do Clube dos Oficiais da corporação. Ele diz que acredita piamente na versão de seus clientes e denuncia que o IPM foi feito sob medida para proteger oficiais de alta patente e jogar os restantes “para as cobras”. “A PM, quando quer manipular os fatos, sabe quem escolhe”, denuncia. Ele acrescenta o que considera duas falhas fundamentais no IPM: a não citação da presença no HPS do comandante do Rotam e o horário que consta como sendo o primeiro pedido de socorro feito pelo soldado Jason. “No IPM, consta 2h20, sendo que temos provas de que o horário foi às 2h36. Ou seja, ele quer demonstrar que todos os militares, até os que chegaram depois, participaram da montagem da cena do crime.”

E faz uma pergunta: “Diante de um comunicado de uma guarnição do Rotam de que seus integrantes foram alvos de uma emboscada, que culminou com um dos militares baleados, e ao chegar ao local, deparando com duas pessoas feridas e um militar atingido por um disparo, com dois revólveres próximos aos corpos e peças de fardas, caberia aos militares que foram em apoio, a partir daquele momento, questionar os companheiros sobre a versão que lhes foi apresentada?”

Mendonça ressalta que, além do tenente-coronel Lisboa, oficiais do Centro Integrado de Comunicações Operacionais (Cicop), que concentra as chamadas da PM e do serviço de inteligência da corporação, acompanharam o preenchimento do boletim de ocorrência. “Na doutrina da PM, o oficial que chega ao local do crime, no caso o tenente Clayton Santana, ouve os policiais envolvidos, que têm a presunção da boa-fé. Se houver dúvidas, depois elas serão investigadas”, disse. Para ele, qualquer oficial teria acreditado na versão dos comandados. “Principalmente, se o comandante do batalhão, no caso o tenente-coronel Lisboa, desse a ordem para que o boletim fosse preenchido com tal versão, como ocorreu. O tenente Clayton Santana e o sargento Lemos jamais deixariam de cumprir uma ordem superior”, afirmou Mendonça. Procurado, Ricardo Gil de Oliveira, advogado dos soldados Jason e Jonas, não atendeu o telefone celular e não retornou a ligação, mesmo com a mensagem deixada na caixa postal pelo EM.

Comandante no HPS

O tenente-coronel Alberto Luiz Alves, chefe da Comunicação Social da PM, diz que o IPM foi feito com acompanhamento do Ministério Público e com transparência. “Duas pessoas inocentes morreram. Os indícios mostram que houve participação de militares e 12 foram indiciados. A presença do coronel no pronto-socorro não pode ser considerada, pois foi um fato que não aflorou durante as investigações. Mas os acusados poderão, caso queiram, apresentar esses fatos à Justiça Militar.”

O tenente-coronel Newton Lisboa disse que realmente esteve no HPS, como deveria fazer qualquer comandante que tem um soldado baleado. “Recebi a comunicação e fui ao João XXIII. Lá, constatei que o soldado estava no soro e fora de perigo, como me disse um médico. Fiquei sabendo pelo tenente Clayton Santana dos fatos e acreditei na versão apresentada. Mas nego que tenha dado ordens no sentido de quem preencheria o boletim de ocorrência, bem como que o Santana seria porta-voz”, afirmou.

Conclusões do IPM
III Consta dos autos que em 19 de fevereiro de 2011, por volta de 1h30, a guarnição RO 15.654, composta pelo ex-cabo Fábio e pelos soldados Jason, Jonas e Zuccheratte, decidiu fazer incursão no Aglomerado da Serra

IV O ex-cabo Fábio e os soldados Jason e Jonas iniciaram a incursão pela Rua Mangabeira da Serra, enquanto o soldado Zuccheratte, motorista da guarnição, deslocou-se para outro ponto com a viatura

V Conforme relatório final deste IPM, entre as 2h e as 2h10, os três militares prosseguiram na incursão, por becos, sendo que, ao chegarem à Rua Bandonion, altura do número 727, depararam repentinamente com Renilson Veriano da Silva, ocasião em que, sem motivo aparente, ele foi alvejado e veio a falecer, fato presenciado por testemunha

VI O soldado Jason, ao perceber que a testemunha havia presenciado a ação pela greta do portão de sua residência, na Rua Bandonion, determinou, sob ameaça de morte, que ela entrasse para casa

VII Logo em seguida, Jefferson Coelho da Silva, que subia a Rua Bandonion, um pouco atrás de Renilson, seu tio, tentou interferir em favor da vítima e também foi atingido fatalmente pelo soldado Jason, que desferiu nele um tiro de fuzil, impossibilitando-o de qualquer tipo de defesa, conforme depoimento da testemunha ocular

VIII Ato contínuo, o soldado Jason foi até o local onde Jefferson caiu em decorrência do primeiro disparo e, após ouvi-lo clamar por sua mãe, aproximou-se e, a curta distância, efetuou um novo disparo em Jefferson, que veio a óbito no local, conforme depoimento da testemunha ocular

X Em linha destoante estão as versões apresentadas pelo ex-cabo Fábio e o soldado Jason. Eles afirmaram que, por volta das 2h, teriam sido surpreendidos por disparos de arma de fogo em suas direções, momento em que teriam, em defesa própria, efetuado disparos, versão só não confirmada pelo soldado Jonas, que se resguardou no direito de permanecer em silêncio
XI Como resultado, teria o soldado Jonas sido atingido no colete à prova de balas por um disparo de arma de fogo efetuado pelos pretensos infratores, sendo que dois dos supostos autores, Jefferson e Renilson, também foram atingidos pelos militares

XII Com base nas peças informativas carreadas, demonstrou o encarregado (pelo IPM), numa construção lógica das provas, que o cenário fático apresentado pelos militares não se mostra compatível com a dinâmica real dos fatos

XV Segundo se extrai do conjunto probatório, os militares teriam encontrado na posse dos civis alvejados os materiais relacionados no registro de eventos de defesa social (Reds) nº 2011-1054706, entre eles, dois revólveres calibre 32. Embora não conste no Reds, teriam sido encontradas, também na posse de civis, uma bolsa preta e peças de fardamento da PM, uma delas na cor preta, utilizada pelo Gate

XVI Restou demonstrado que, na tentativa de encobrir sua ação delituosa, o ex-cabo Fábio e os soldados Jonas e Jason simularam uma troca de tiros em que vários agentes, utilizando fardas da PM, teriam atirado na direção dos policiais e atingido o soldado Jonas no colete, no que foi registrado, de forma inverídica, o Reds

XVII Os aludidos militares, auxiliados pela guarnição do terceiro-sargento Lemos, composta pelos soldados Vietro, Haddad e Paulo César, e a guarnição do tenente Santana, integrada pelo soldados Jefferson e Assunção, e os cabos Washington e Sérgio, que compareceram ao local logo após os ofendidos serem alvejados pelos disparos, montaram um local de crime diferente do real, com o objetivo de ofuscar a veracidade dos fatos

Fonte: Cópia do Inquérito Policial Militar (IPM)

Entenda o caso

19 de fevereiro – Em incursão no Aglomerado da Serra, equipe da Rotam mata, de madrugada, tio e sobrinho a tiros, conforme inquérito. Militares alegam que foram atacados. PMs exibem fardas e armas que estariam com as duas vítimas. Dois ônibus são incendiados em protesto e moradores acusam farsa

20 de fevereiro – PM ocupa o aglomerado. Moradores participam, no Cemitério da Saudade, de velório e enterro dos vizinhos. Aglomerado vira praça de guerra. PM usa balas de borracha e bombas. Quatro pessoas, uma delas criança, ficam feridas. Micro-ônibus e dois carros são queimados

21 de fevereiro – Moradores denunciam envolvimento de PMs em cobrança de propina de traficantes. PM afasta envolvidos. Testemunha nega ter havido tiroteio. Fontes da Polícia Civil garantem que versão das fardas é fantasiosa. Corregedoria da PM e Delegacia de Homicídios instauram inquérito. Militares continuam ocupação do morro, três escolas ficam fechas e ônibus não circulam

22 de fevereiro – Para fugir de ameaças, famílias começam a deixar seus barracos. Comissão de Direitos Humanos da Assembleia ouve moradores e pede o fim da Rotam. Estado quer Ministério Público acompanhando apuração e reconhece falhas

23 de fevereiro – Justiça Militar decreta prisão de quatro PMs acusados das mortes: os soldados Jason Paschoalino, Jonas David Rosa , Adelmo Zuccheratte e o cabo Fábio de Oliveira. Fuzis e pistolas usados na incursão do aglomerado são recolhidos. Mais testemunhas depõem, contestam PMs e denunciam violência do Rotam. OAB acompanha o caso

24 de fevereirOo – Laudo da perícia indica que adolescente e tio foram mortos à queima roupa. Secretário visita aglomerado e anuncia rigor na apuração

25 de fevereiro – Cabo que comandou equipe do Rotam no aglomerado morre na prisão

28 de fevereiro – 1º Tribunal do Júri decreta a prisão dos soldados Jason Paschoalino e Jonas David Rosa e Adelmo Zuccheratte. PMs apontados como autores do duplo homicídio depõem na Corregedoria da PM

1º de março – O soldado Adelmo Zuccheratte é libertado

16 de março – Corregedoria da PM indicia 12 policiais por envolvimento no duplo homicídio. Dois deles (Jason e Jonas) responderão por homicídio, outros por prevaricação e falsidade ideológica

17 de março – Inquérito da Polícia Civil indicia dois dos policiais (Jason e Jonas) por homicídio

28 de março – PMs envolvidos no caso são denunciados à Justiça, dois deles (Jason e Jonas) por homicídio

29 de março – Denúncia é acatada pela Justiça

12/04/2011 Posted by | POSTAGENS | Deixe um comentário

>Delegados e agentes param na terça e quarta-feira em Minas

>Durante a paralisação, somente casos em que haja flagrantes devem ser atendidos

Investigadores e servidores da Polícia Civil prometem paralisar suas atividades na terça e quarta-feira (13) em Minas. Eles reivindicam melhorias nas condições de trabalho, aumento salarial e contratação de novos agentes.

A categoria pede ainda carreira jurídica, como acontece com promotores, juízes e desembargadores. Durante a paralisação, apenas 30% dos investigadores vão trabalhar e somente casos em que haja flagrantes devem ser atendidos.

Já os delegados da Polícia Civil de Minas Gerais, em campanha por melhores salários e condições de trabalho, também prometem parar as atividades, em todo o país.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Delegados da Polícia Civil do Estado, Édson José Pereira, a reivindicação de melhores salários é o item mais importante da pauta. Segundo ele, os delegados mineiros são os que têm o pior salário da categoria no país.

Uma das propostas é que delegados que trabalham no interior e são responsáveis por duas ou três delegacias passem a prestar serviço em apenas uma cidade. A categoria pretende também ajuizar mandados de segurança para garantir o cumprimento da jornada de trabalho de 40 horas semanais.
Secretaria analisa reivindicações

A Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) informou que as reivindicações apresentadas pelo Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindpol) estão sendo analisadas.

Como a maior parte delas tem impacto direto no orçamento do Estado, é necessária uma avaliação técnica detalhada para qualquer decisão sobre o assunto.

FONTE:HOJE EM DIA

POSTADO POR CARLA

12/04/2011 Posted by | hoje-em-dia/minas/delegados-e-agentes-param-na-terca-e-quarta-feira-em-minas- | Deixe um comentário

>ASSEMBLEIA GERAL DA CLASSE – 13/04/2011 -COPM AS 14: HS

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12/04/2011 Posted by | POSTAGENS | Deixe um comentário